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:: ICMS antecipado entra em debate no Sindmaco

O Diário Oficial do Estado do Pará, no dia 05 de maio de 2009, publicou medidas para antecipar a cobrança do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). As mudanças já estão em vigor desde 01 de junho de 2009 e vale para as compras realizadas de empresas fora do território paraense. Para o presidente do Sindmaco Antônio Danúbio, essa notícia da antecipação da cobrança do ICMS pegou toda a comunidade empresarial de surpresa “e a Sefa não nos procurou para conversar ou pelo menos ouvir quem paga imposto e gera emprego e renda para população”.

A antecipação do ICMS deve trazer problemas para os empresários que compram mercadorias de fora como é o caso do setor da construção.

Segundo Danúbio os associados do Sindmaco estão convidados para participar de uma reunião que acontece no próximo dia 24 de junho 2009, no restaurante Avenida, no bairro de Nazaré, para definir quais medidas o sindicato vai tomar sobre esse episódio da antecipação do ICMS.
Danúbio se decepcionou com a SEFA

Segundo o presidente do SINDMACO Antônio Danúbio, a revolta do comércio da construção é grande com a Sefa. “Nós do sindicato estamos tentando desde o ano de 2008 uma audiência com o secretário José Raimundo Trindade, da Secretaria da Fazenda, e nunca tivemos resposta”. Danúbio acrescentou que é difícil acreditar em um governo que se diz democrático e participativo, porque o fato é que não se ouve nem os empresários.

SINDMACO defende antecipação
Foi o que garantiu o presidente do Sindmaco Antônio Danúbio. O que queremos é que nosso Estado faça como os estados de São Paulo e Minas Gerais que cobram a antecipação do ICMS nos moldes da substituição tributária e não uma parte como a Sefa do Pará está fazendo. “Era isso que nós do sindicato estávamos querendo dizer para o secretário desde o ano passado e ninguém quer nos ouvir”.

Segundo Danúbio as medidas que a Secretaria da Fazenda anunciou e que vigoram dede de 01de junho não fecham as brechas para a sonegação, causando distorções no mercado e aumentando a concorrência desleal.

 


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